Curso online da Ética Animal na íntegra no Youtube

16 Dec 2020

Já está disponível no canal do Youtube da Ética Animal na íntegra o curso em vídeo Uma introdução ao debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. O material consiste de 65 vídeos curtos, que fizeram parte da terceira edição do curso, realizado através de uma parceria entre a Ética Animal e a Universidade Federal de Santa Catarina, e que foi oferecido durante o segundo semestre de 2020.

Cada vídeo aborda uma questão distinta que está presente nas discussões sobre a consideração moral dos animais não humanos. O curso aborda tópicos clássicos, como o especismo, os argumentos a favor da consideração moral de todos os seres sencientes e o dano da morte para os animais não humanos, mas também aborda tópicos que começaram a ser mais amplamente discutidos somente nos últimos anos, como as diferenças entre a consideração pelos animais e o ambientalismo, as questões éticas levantadas pela maneira como os animais selvagens são tipicamente afetados pelos processos naturais, e questões relacionadas a como sermos eficientes em melhorarmos a situação dos animais.

Apesar de os vídeos, em conjunto, comporem o curso completo, com o conteúdo de cada vídeo dando sequência ao conteúdo do vídeo ao anterior, quem tiver interesse em algum tópico específico pode acessar cada vídeo separadamente, sem comprometimento do entendimento do conteúdo.

Os materiais do curso estão divididos também por assunto, nas seguintes playlists:


Curso completo
Argumentos e conceitos centrais
Discutindo as defesas do especismo
Argumentos a favor da consideração dos animais
Discutindo objeções ao critério da senciência
Dano da morte para os animais não humanos
Consideração pelos animais x ambientalismo
Sofrimento dos animais selvagens
Como causar o maior bem possível

A seguir, estão listados os 65 vídeos do curso. Basta clicar no nome de cada um deles para ter acesso ao conteúdo:

1 – Uma breve introdução à questão do especismo
2 – Humanos importam mais pelo simples fato de serem humanos?
3 – Discutindo as defesas do especismo que apelam a critérios metafísicos
4 – Os animais importam menos porque não possuem certas capacidades ou certas relações?
5 – Humanos importam mais porque possuem o potencial para certas capacidades ou relações?
6 – O que deveria importar é a espécie a qual alguém pertence? – Discutindo o “argumento do grupo”.
7 – O especismo está justificado, uma vez que é baseado em características biológicas?
8 – Para saber se uma prática tem ou não justificativa, é relevante saber se ela é natural?
9 – O argumento da relevância e o critério da senciência
10 – O argumento da igual consideração
11 – A igual consideração dos seres sencientes decorre apenas de uma visão específica da ética?
12 – Igual consideração dos seres sencientes e critérios de prioridade
13 – O argumento da imparcialidade
14 – Por que respeitar os animais? Um resumo dos principais argumentos
15 – O que é especismo?
16 – O critério da senciência só é compatível com uma teoria hedonista do bem-estar?
17 – A consideração dos seres sencientes dá um salto falacioso do que é para o que deve ser?
18 – Discutindo a defesa do especismo baseada no egoísmo normativo
19 – Anti-realistas morais não têm razões para considerar os seres sencientes?
20 – A noção de merecimento poderia justificar o especismo?
21 – A objeção de que, por vezes, o sofrimento é útil para os animais
22 – Seres mais racionais necessariamente sofreriam mais?
23 – Seres mais racionais deveriam ser privilegiados?
24 – A consideração dos seres sencientes resulta em uma moralidade fria e calculista?
25 – O critério da senciência é, no fundo, antropocêntrico?
26 – O critério da senciência cometeria uma discriminação baseada nos reinos?
27 – Senciência e dano da morte
28 – O critério da senciência exclui da consideração moral os insetos?
29 – Quanto mais amplo um critério de consideração moral, melhor ele é?
30 – Discutindo as críticas ambientalistas ao critério da senciência
31 – O dano da morte para os animais não humanos
32 – Os animais não humanos seriam menos prejudicados com a morte?
33 – A defesa do especismo que apela às tradições e ao relativismo normativo
34 – O conflito entre o ambientalismo e a consideração dos animais: uma breve introdução
35 – Várias formas de ambientalismo e por que elas conflitam com a consideração pelos animais
36 – As medidas ambientalistas não tem como meta a melhor situação para os animais
37 – Por que priorizar os seres sencientes frente as metas ambientalistas
38 – Medidas ambientalistas prejudiciais aos animais não humanos
39 – O ambientalismo é normalmente subordinado ao antropocentrismo
40 – Uma breve introdução ao problema dos danos naturais
41 – Como os processos naturais tipicamente afetam os animais?
42 – A acusação de que a proposta de ajudar os animais na natureza é arrogante
43 – A acusação de que a proposta de ajudar os animais na natureza seria, no fundo, antropocêntrica
44 – A acusação de impor valores humanos e de humanizar os animais
45 – A proposta de ajudar os animais na natureza seria paternalista?
46 – Ajudar os animais na natureza diminuiria as chances de que sobrevivam?
47 – Os danos naturais são neutros em termos valor?
48 – Por que ajudar os animais que são vítimas dos processos naturais
49 – Quanto menos influência humana, melhor?
50 – O sofrimento dos animais na natureza é pouco significativo, já que morrem em pouco tempo?
51 – Questões éticas decorrentes do conflito entre animais
52 – Discutindo as objeções ambientalistas a se reduzir o sofrimento dos animais selvagens
53 – O papel da ciência, o papel da ética, e o sofrimento dos animais selvagens
54 – O argumento dos mais adaptados
55 – Danos naturais e responsabilidade moral
56 – A proposta de ajudar os animais selvagens é exigente demais?
57 – A preocupação em tornar o cenário pior ao tentarmos ajudar os animais selvagens
58 – Pensando em como causar o maior bem possível
59 – Qual o tamanho da importância da causa animal?
60 – Raciocínio motivado e viés de confirmação
61 – Insensibilidade ao alcance
62 – Casos individuais x números
63 – Heurística de disponibilidade
64 – Viés de proporção
65 – A importância do futuro