Top nav

orphan-wild-animals

Adoção de animais selvagens órfãos

Animais na natureza às vezes perdem um ou ambos os pais. Nessa situação, muitas vezes é improvável que sobrevivam. A maioria morrerá de fome. O pequeno número de órfãos que sobrevivem pode passar por dificuldades terríveis.

Devido a razões evolutivas, a maioria dos animais jovens morre pouco depois de vir à existência. É muito difícil que animais muito jovens sobrevivam. A maioria dos animais recém nascidos não recebe nenhum cuidado parental, o que aumentar o risco de morte. Porém, aqueles que recebem cuidado parental podem ser tão dependentes do mesmo que perdê-lo significa morte quase certa.

Além disso, muitos animais não humanos têm fortes ligações emocionais com suas famílias, sentem falta de seus pais e ficam tristes quando eles morrem. Animais sociais que se tornam órfãos também podem sofrer de solidão por serem privados de interação social. Felizmente, humanos podem auxiliá-los, resgatando-os e fornecendo os cuidados que eles necessitam, embora isso raramente aconteça. É comum que se resgate órfãos que pertencem a espécies em risco de extinção, a partir de motivações conservacionistas. Isso com certeza beneficia os animais que são ajudados, mas ajudar animais órfãos deveria ser algo feito para o bem dos próprios animais independentemente de quantos outros indivíduos pertencem à mesma espécie. Alguns exemplos de orfanatos e de maneiras de ajudar animais órfãos podem ser vistas aqui:

Filhote de rinoceronte cego é resgatado por guardas após ser visto colidindo com árvores e pedras na natureza

Filhote de esquilo-vermelho é resgatado após mãe ser atropelada

Filhote de foca anda até abrigo para animais

Filhote de foca anda vários quilômetros

Gorilas órfãos

Chimfunshi

Conheça este orfanato para orangotangos

Sagui surdo abandonado é adotado por santuário

Família adota guaxinim

Família adota filhote de corvo

África do sul abre orfanato para rinocerontes

The David Sheldrake Wildlife Trust

Orfanato para Elefantes Jumbo Foundation


 

Leituras adicionais:

Bovenkerk, B.; Stafleu, F.; Tramper, R.; Vorstenbosch, J. & Brom, F. W. A. (2003) “To act or not to act? Sheltering animals from the wild: A pluralistic account of a conflict between animal and environmental ethics”, Ethics, Place and Environment, 6, pp. 13-26.

Faria, C. & Paez, E. (2015) “Animals in need: The problem of wild animal suffering and intervention in nature”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (1), pp. 7-13 [acessado em 6 de novembro de 2015].

Dawkins, R. (1995) “God’s utility function”, Scientific American, 274 (6), pp. 80-85.

Donaldson, S. & Kymlicka, W. (2011) Zoopolis: A political theory of animal rights, Oxford: Oxford University Press.

Dorado, D. (2015) “Ethical interventions in the wild: An annotated bibliography”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (2), pp. 219-238 [acessado em 6 de novembro de 2015].

Hadley, J. (2006) “The duty to aid nonhuman animals in dire need”, Journal of Applied Philosophy, 23, 445-451.

Horta, O. (2013) “Zoopolis, intervention, and the state or nature”, Law, Ethics and Philosophy, 1, pp. 113-25 [acessado em 21 de janeiro de 2016].

Horta, O. (2015) “The problem of evil in nature: Evolutionary bases of the prevalence of disvalue”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (1), pp. 17-32 [acessado em 14 de outubro de 2015].

Kirkwood, J. K. & Sainsbury, A. W. (1996) “Ethics of interventions for the welfare of free-living wild animals”, Animal Welfare, 5, 235-243.

Kirkwood, J. K.; Sainsbury, A. W. & Bennett, P.M. (1994) “The welfare of free-living wild animals: Methods of assessment”, Animal Welfare, 3, pp. 257-273.

Morris, Michael C. & Thornhill, R. H. (2006) “Animal liberationist responses to non-anthropogenic animal suffering”, Worldviews, 10, 355-379.

Ng, Y.-K. (1995) “Towards welfare biology: Evolutionary economics of animal consciousness and suffering”, Biology and Philosophy, 10, pp. 255-285.

Nussbaum, M. C. (2006) Frontiers of justice: Disability, nationality, species membership, Cambridge: Harvard University Press.

Paez, E. (2015) “Refusing help and inflicting harm: A critique of the environmentalist view”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (2), pp. 165-178 [acessado em 10 de novembro de 2015].

Tomasik, B. (2009) “The predominance of wild-animal suffering over happiness: An open problem”, Essays on Reducing Suffering, 14/10 [acessado em 3 de dezembro de 2014].

Tomasik, B. (2013) “Ideas for volunteering to reduce wild-animal suffering”, Essays on Reducing Suffering [acessado em 19 de dezembro de 2015].

Tomasik, B. (2015) “The importance of wild animal suffering”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (2), pp. 133-152 [acessado em 20 de novembro de 2015].

Torres, M. (2015) “The case for intervention in nature on behalf of animals: A critical review of the main arguments against intervention”, Relations: Beyond Anthropocentrism, 3 (1), pp. 33-49 [acessado em 11 de dezembro de 2015].

Top nav